terça-feira, março 27, 2007

`Aquecimento global é uma fantasia´

Estadão
Nos últimos meses, os alarmes em virtude das conseqüências do aquecimento global foram disparados com previsões de desastres naturais, perdas de colheitas e crise de fome em todo o mundo. Desde o sombrio documentário do ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore, "Uma Verdade Inconveniente", ganhador de dois Oscar este ano, até uma série de estudos e observações, todos concordam que o aquecimento é causado pelos gases de efeito estufa, principalmente o dióxido de carbono, que contaminam a atmosfera.

No entanto, segundo o pesquisador Bjarne Andresen, "todo o debate sobre o aquecimento global é uma fantasia". Segundo ele, o método utilizado para determinar o aquecimento global e suas conseqüências "é mais político do que científico".

Em artigo publicado na revista "Journal of Non-Equilibrium Thermodynamics", Andresen -- do Instituto Niels Bohr, da Universidade de Copenhague -- afirma que o conceito de "temperatura global" é uma impossibilidade termodinâmica e matemática.

O cientista refere-se aos estudos que afirmam que, como conseqüência do aumento das temperaturas, o planeta sofrerá perdas de massas de gelo polar, aumento dos níveis dos oceanos, aumento das chuvas em algumas regiões e secas em outras, além do aumento da intensidade de furacões e tufões.

O último deles, publicado pela revista "Environmental Research Letters", afirmou esta semana que o aquecimento global provocou uma perda na colheita de produtos essenciais para a dieta dos seres humanos em todo o planeta.

Segundo pesquisadores do Instituto Carnegie e do Laboratório Nacional Lawrence Livermore, entre 1981 e 2002, o aquecimento diminuiu a produção de trigo, milho e cevada em cerca de 40 bilhões de toneladas ao ano.

Segundo os cientistas, este estudo mostra que a redução é originada no aquecimento causado pela atividade humana no planeta e que seus efeitos são imediatos. "A maior parte das pessoas acha que a mudança climática é algo que terá um impacto futuro", afirmou Christopher Field, um dos autores do estudo e diretor do Departamento de Ecologia Global do Instituto Carnegie.

"Este estudo constata que o aquecimento registrado nas últimas duas décadas já tem conseqüências reais na produção mundial de alimentos", acrescentou. Além disso, a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) dos EUA revelou que este inverno no hemisfério norte foi o mais quente desde 1880, mas não relacionou o fato aos gases de efeito estufa.

O órgão do Governo dos EUA divulgou em seu site que, no período de dezembro a fevereiro, as temperaturas foram 1,3 grau mais altas que a média do século XX. A NOOA também afirmou que, durante o último século, as temperaturas na superfície do planeta aumentaram em média 0,06 grau por década.

O aumento foi três vezes maior a partir de 1976, chegando a 0,18 grau centígrados por década. As maiores altas foram registradas no hemisfério norte. No entanto, segundo Andresen e os cientistas Christopher Essex, da Universidade de Western Ontário, e Ross McKitrick, da Universidade de Guelph, também em Ontário (Canadá), "é impossível falar em uma única temperatura em algo tão complexo quanto o clima da Terra".

Andresen afirma que a temperatura só pode ser definida em um sistema homogêneo, e o clima não pode ser determinado por apenas uma temperatura. "São as diferenças de temperaturas que impulsionam o processo e criam as tempestades, correntes marinhas, trovões, que são as que constituem o clima", afirma.

"Não faz nenhum sentido falar em uma temperatura global para a Terra", porque existem elementos em todo o planeta que, segundo o especialista, não podem simplesmente ser somados e divididos. Segundo os cientistas, existem duas formas de calcular as médias, a aritmética e a geométrica. Ambos dão resultados diferentes e ambos estão corretos.

É necessário um motivo forte para escolher um em demérito do outro e, "por isso, as previsões sobre desastre podem ser uma conseqüência do método usado", acrescentam Andresen e seus colegas. Para eles, são necessários argumentos físicos para decidir pelo uso de um método de análise do estado da Terra, e "não a tradição".

Adesivo sexual para mulheres será gratuito

BBC Brasil
O serviço público de saúde da Grã-Bretanha (NHS, na sigla em inglês) vai colocar à disposição das pacientes um adesivo que aumentaria o desejo sexual em mulheres.

Será o primeiro tratamento para mulheres com pouco desejo sexual, mas o fabricante - Procter and Gamble - alega que este medicamento não está sendo promovido como o equivalente feminino do Viagra.

O adesivo - chamado Intrinsa - será disponível apenas com receita para mulheres que tiveram menopausa precoce devido a alguma cirurgia. Médicos afirmam que não existe um "conserto rápido" para baixo desejo sexual, e o tratamento médico é apenas uma parte da terapia.

Cerca de um milhão de britânicas tiveram menopausa precoce devido à cirurgia para remover os ovários durante histerectomia - cirurgia para remover o útero - para tratamento de sangramentos graves e dores pélvicas, segundo a Procter and Gamble.

Este procedimento leva a uma diminuição na testosterona (hormônio sexual masculino), que existe naturalmente na mulher e que é um importante mediador do desejo sexual. Um terço destas mulheres acabam sofrendo de queda no desejo sexual. Elas terão direito ao tratamento.

O Intrinsa é um adesivo transparente usado no abdômen e libera uma pequena dose de testosterona. Testes com mais de 500 mulheres que passaram por histerectomia mostraram que o adesivo levou a um aumento de 74% em sexo satisfatório.

O adesivo será disponibilizado na rede pública de saúde britânica a partir de abril.

`Razões complexas´

Nick Panay, do grupo de apoio para mulheres com menopausa precoce Daisy Network, afirmou que o baixo desejo sexual em mulheres que passaram por estas cirurgias pode causar um grande sofrimento e preocupação a respeito de seus relacionamentos.

"Intrinsa oferece verdadeira esperança médica para estas mulheres já que estudos mostraram que o adesivo aumenta o desejo sexual e a atividade sexual satisfatória, enquanto reduz o sofrimento associado", disse.

Mas médicos afirmam que o medicamento não trata das "razões complexas" da queda do desejo sexual.

"Existe uma variedade de razões para a queda do desejo sexual, como razões psicológicas e do ambiente que a pessoa está, por exemplo. Médicos deverão olhar para todas estas razões, não apenas apelar para um único tratamento médico", disse Jim Kennedy, porta-voz do setor de receitas do Royal College

Cientistas alertam para exagero sobre mudança climática

Estadão
Dois reconhecidos cientistas britânicos criticaram neste sábado, 17, em uma conferência em Oxford (sudeste inglês), seus colegas que "exageram" os riscos da mudança climática sem basear suas afirmações na ciência.

Os professores Paul Hardaker e Chris Collier, da Royal Meteorological Society, expuseram sua tese em um ato organizado pelo Sense About Science, uma fundação que busca dissipar os mitos que cercam temas científicos polêmicos, como o aquecimento do planeta.

Os cientistas geraram polêmica ao criticar a famosa Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAC) por fazer afirmações que, na sua opinião, não têm fundamento.

Hardaker e Collier deram como exemplo uma declaração feita pela organização em seu congresso do mês passado, quando manifestou que, "como se esperava, estão se intensificando as secas, ondas de calor, inundações, incêndios e tempestades fortes, com efeitos crescentes em sociedades e ecossistemas vulneráveis".

"Estes eventos - acrescentou a AAAC - são os primeiros sinais de advertência de futuros danos muito mais devastadores, alguns dos quais serão irreversíveis."

Collier disse que, embora esses danos possam ocorrer, é preciso ser mais "sincero" sobre as provas existentes para sustentar as previsões de impactos futuros.

"Como cientistas, temos que ser cuidadosos quando apresentamos os fatos e não exagerar as coisas, porque isso pode prejudicar a credibilidade a longo prazo", afirmou.

Hardaker advertiu contra descrever a mudança climática como fazem os filmes de Hollywood, que, disse, só contribuem para confundir a opinião pública

segunda-feira, março 12, 2007

MARACUTAIA BENEFICIA FILHA DE MINISTRO DO STJ

VERGONHA NACIONAL

MARACUTAIA BENEFICIA FILHA DE MINISTRO DO STJ

Glória Maria Lopes Guimarães de Pádua Ribeiro Portella, filha do ministro do STJ Antônio de Pádua Ribeiro, aquela que entrou com queixa de assédio sexual contra o ministro do STJ Paulo Medina, acaba de conseguir uma decisão na justiça federal que é uma imoralidade e um desrespeito sem tamanho ao direito de candidatos a concursos públicos.

O processo é a ação ordinária Nº 1998.34.00.001170-0 classe 1300, que está no Tribunal Regional Federal da 1ª região ( www.trf1.gov.br<http://www.trf1.gov.br/>
< http://www.trf1.gov.br/ > < http://www.trf1.gov.br/ > ), autora Glória M P Ribeiro e Rés a União Federal e a Fundação Universidade de Brasília.

Glória Maria fez concurso público pela Cespe-Unb para o cargo de técnico-judiciário, área-fim em 27/05/95 para o STJ, onde seu pai é ministro. Foi reprovada na prova objetiva. Entrou com uma ação cautelar e, adivinhem, obteve liminar. Fez a prova da segunda fase, a prova discursiva. Foi reprovada novamente. Entrou com nova ação para ver seus pontos aumentados. Adivinhem: ganhou nova liminar e mais: foi "nomeada provisoriamente" e está ganhando esse tempo todo no tribunal do papai (desde 1995!). Detalhe: Havia tirado 13,45 pontos e pediu que esses pontos fossem elevados a 28,22. Parece brincadeira, mas conseguiu. Seus pontos foram elevados num passe de mágica. O caminho das pedras foi arranjar um "professor particular" (isso mesmo!) que corrigiu sua prova, para quem estava tudo mais que certinho, e praticar o tráfico de influência de seu pai ministro, Antônio Pádua Ribeiro.

Aí veio o julgamento do mérito do caso. O juiz federal de Brasília (1ª instância), José Pires da Cunha, não caiu nessa e refutou o pedido, que considerou ilegal e imoral e ainda condenou Glória Maria Pádua Ribeiro nas custas e honorários de R$ 10.000,00 (ainda existem juízes!), mas houve recurso ao Tribunal Regional Federal da 1ª região e, adivinhem, os juízes Fagundes de Deus, João Batista e Antônio Ezequiel louvaram a candidata, analisaram tim-tim por tim-tim sua prova e aprovaram-na com louvor.

Debalde a Universidade de Brasília (UNB) peticionou dizendo que a prova foi igual para todos e não seria justo que um professor escolhido pela candidata corrigisse sua prova, a não ser que o mesmo professor corrigisse a prova de todos. É justo? Debalde a UNB argumentou que pela jurisprudência o judiciário não corrige provas de concurso devido a independência das bancas e porque senão a justiça não faria mais nada a não ser se transformar numa super-banca dos milhares de concursos.

Todo mundo sabe o que houve nos bastidores. Houve apostas no meio jurídico se a "banca pádua ribeiro" iria conseguir. Veio agora recentemente a sentença do trf 1ª região, 5ª turma, que é mais um descalabro, mostrando necessidade do controle externo. Pádua Ribeiro e sua patota espoliaram o verdadeiro dono da vaga, que disputou em igualdade de condições e passou. Passou e foi preterido! Glória Maria de Pádua Ribeiro ganhou no tapetão sujo do tráfico de influência. De 13 pontos passar a 28, quando um décimo (veja bem: um décimo) já elimina muitos candidatos! A sentença analisa as preposições, as conjunções, a virgulação, a ortografia da redação, acatando a tese da "banca Pádua-Ribeiro".

Nem tudo está perdido. Existe recurso para o STJ e STF, e todos esperam que a União Federal, a Advocacia da União e o Ministério Público Federal não fiquem coniventes. Se Glória Maria Pádua Ribeiro perder a causa, perde o cargo, e o verdadeiro dono da vaga, pobre mortal sem padrinhos, será chamado.

E agora vem a chave de ouro, a deixar claro que este País não é sério mesmo. O mesmo Pádua Ribeiro, ministro do STJ, pai da falcatrua acima relatada e de muitas outras praticadas por sua mulher, a famosa "Glorinha", está prestes a assumir o cargo de Corregedor do Conselho Nacional de Justiça (o chamado controle externo), conforme noticiado nos jornais.

sábado, março 10, 2007

Nova entena de lata (Sinhantena)

Por Alex Moreira. stract@gmail.com

Sinha`ntena - antena 2.5Ghz - wireless

Fala-se muito na intenet sobre construir antema wireless a partir de uma lata de Pingles. Como eu sou Brasileiro e MEIO anti-USA, então fiz minha antena a partir de uma lata de Óleo de soja não transgenica, e com um nome muito propricio.

Sinhá... Assim nasceu a Sinha`ntena

Segue o passo-a-passo.

Material:
1 conector N externo
1 lata de Óleo de soja Sinha vazia
fio 4.00 mm
solda
Alicate, ferro de solda, etc....



Passo 1.

Limpe bem a lata, e abre corretamente uma das extremidades da lata tendo cuidado para não ficar pontas que podem cortar a mao.
Faça um furo à 1/4 da do fundo da lata como ilustrado no desenho abaixo.



Passo 2.

Solde um pedaço de 3cm de fio rigido no conector N externo como mostra a figura abaixo.



Passo 3.

Encaixe o conector no furo feito na lata e prenda com parafusos de polca ou com pop.


Conector preso com pop.


Veja como ficou por dentro da lata.


Esta pronto.. agora é so conectar seu pig tail na antena e no seu cartao ou placa. Ou ate mesmo um cabo coaxial RGC213 pra colocar sua natena em um local mais apropriado.
A minha sinha'ntena eu coloquei na janela mesmo.. deu visada perfeita pra torre onde eu recebo sinal do meu provedor.



Para minha surpresa, o ganho de sinal com esta antena foi excelente. Muito melhor do que as feita com latas de batatas. Isto porque o diametro da lata e o seu comprimento são apropriados para a frequencia. Por isso, tome cuidado ao fazer esta antena com latas de outros tamanhos. Procure uma lata que tenha +/- 20cm de cumprimento e +/- 10 de diametro. Medidas diferentes desta poderão ter ganhos de sinal muito baixo.

Bom, é isso..

Caso alguém queira compartilhar comigo seus sucessos ou fracassos: stract@gmail.com

Alex Moreira.